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Jose

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altura 1.69 cabelo castanho, olhos castanhos esverdiados , separado desde 98 e tenho uma filha linda ke se chama CATARINA ALEXANDRA ,a viver em PORTUGAL com a mae , mas ke a amo muito , muito mesmo .
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November 18

Talking about entre cães e astros

 

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entre cães e astros

"Para Sempre Teu"

Quando se ouve isto, nem damos conta da responsabilidade que recai nos nossos ombros. Quero dizer, quando embarcamos numa relação em que uma outra pessoa tem auto estima de um cachorro abandonado ...

Bem, digamos que o coração de alguns de nós se quebra com a tristeza alheia e nos compadecemos Imediatamente dos fracos e oprimidos. Queremos mostrar-lhes uma que sua visão de si mesmos está errada. Queremos uma que vejam sua beleza pelos nossos olhos.

Aquela beleza subtil, porque vislumbrámos que somos mais perspicazes do que uma Maioria. Afinal, o cachorro tem uns olhos tão meigos, agrada a toda a gente, é educado, tem como orelhinhas mais queridas!

"Para Sempre Teu", neste caso quem significa, (para ainda não descobriu à sua custa): sou completamente dependente de ti, mais ninguém quer me eo meu mundo gira à tua volta.

Portanto, se acontece algo a este centro gravitacional, estamos Perante uma anomalia cósmica e eventualmente um trágico colapso universal.

P: Nestas situações o que é que se faz?

R: Das duas uma: ou se evita ao máximo (contra tudo, contra todos, contra nós mesmos) Gravitar ir para outra orbita, ou se foge a sete pés (de tudo, de todos, por nós mesmos), até outra galáxia longe dos estilhaços e ondas de choque.

Aguentei o mais que pude. Fingi, menti, enganei.

Mas o cão vagabundo em que esbarrei por acidente ladra cada vez mais alto. Tentei enxotá-lo, mas já me mordeu. Faz aquele jogo difícil ... tentei acolhe-lo mas um jardim correu para onde costuma dormir, latir, brincar alegremente.

Desafia-me para uma brincadeira perigosa e recua como se eu fosse Capaz de lhe roubar a alegria se desse só um passo na sua direcção. E, no entanto, não deixo de o ouvir. Vem ladrar à minha janela, junto às pernas quando saio de casa, segue-me para o trabalho, assombra os meus sonhos.

Já penso se ele não é fruto da minha imaginação. Sei que o é em 80% das vezes que o oiço. Mas terei imaginado OS OUTROS 20?

Se ao menos a memória da única Carícia que me permitiu não fosse tão Vívida. Ao menos era e isso Capaz de convencer-me de ter imaginado tudo, de que nunca existiu. Ou um cão vadio que é a chamar a atenção.

Tentei outros planetas para olhar, outras estrelas e outros animais com Pedegree, buscando aquela última gota, uma sardinha que carrega o burro. Mas para além de quem está sempre por cá, mantendo a minha auto-estima elevada, não se passa nada de novo.

E lá está o rafeiro ladrar novamente um ... 

 

(excerto insanidade temporária, DZ)

 
 

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